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A História de uma Bailarina

Capa do livro de histórias Colorir e Desenhar

Era uma vez uma menininha chamada Phyllis, que parecia ter nascido para o balé. Os seus pais, que a amavam muito, ainda nem imaginavam a bailarina incrível que ela viria a ser.

Quando Phyllis tinha só quatro anos, já encantava a todos com os seus passinhos delicados. Antes e depois da escola, ela dançava sem parar. Nada a deixava mais feliz do que praticar o balé.

Aos quinze anos, cheia de coragem, Phyllis partiu para uma grande cidade, bem longe de casa, para realizar o seu sonho numa escola de dança famosa. Foi difícil ficar longe da família e dos amigos, mas ela estava determinada. E não demorou para impressionar todos os professores!

Quando dançou o papel de um belo cisne, a plateia se levantou aplaudindo. Depois de anos e anos de piruetas e ensaios, chegou a hora de brilhar nos palcos. Ela girava, saltava no ar, e todos sorriam encantados. Os aplausos não paravam!

Phyllis dançou em muitos países, de norte a sul, espalhando por onde passava o seu amor pela dança. Mas, com o tempo, começou a sentir saudade. Fazia tempo demais que estava longe de casa. Então, ela juntou as suas coisas e voltou para a sua terra, a África do Sul, para dançar de novo pertinho de quem amava.

Phyllis sabia muito bem que dançar não era só diversão: era muito trabalho. Ela ensaiava dia e noite, sempre sorridente e incansável, nos bons e nos maus momentos. Para ela, fazer "mais ou menos" nunca bastava: ela buscava sempre o seu melhor. E foi assim que encantou plateias inteiras nos espetáculos mais lindos.

Um dia, o seu país lhe deu a maior de todas as homenagens, reconhecendo-a como uma das melhores bailarinas de todos os tempos. Que orgulho!

Pouco depois, Phyllis encontrou o amor: casou-se com um bailarino que também adorava dançar, e juntos formaram um par lindo, cheio de harmonia.

Mas o presente mais bonito que Phyllis deu ao mundo veio depois. Ela ajudou a criar uma escola de dança para todas as crianças, de todos os cantos e de todas as origens, para que qualquer uma pudesse aprender a dançar. Assim, o seu talento não ficou só para ela: virou oportunidade e alegria para muitos outros.

Até hoje, a dança de Phyllis inspira quem sonha em brilhar. Ela nos mostra que, com esforço e amor, também podemos realizar os nossos sonhos.

Moral da História

Um grande talento nasce da dedicação e da paixão pelo que fazemos. E fica ainda mais bonito quando é compartilhado: usar os nossos dons para abrir portas aos outros é a forma mais linda de brilhar.