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A gatinha Pinta

Capa do livro de histórias Colorir e Desenhar

Era uma vez uma gatinha chamada Pinta. Ela era muito bonita, com um pelo macio e sedoso. Se você fizesse um carinho nela, ela ronronava de contentamento: rrrrr, rrrrr.

Pinta era uma gatinha meiga e nunca machucava ninguém com as suas garrinhas: ela as mantinha bem guardadinhas dentro das patas. Era toda branquinha, com apenas uma manchinha, e foi por causa dela que ganhou o nome de Pinta.

O que Pinta mais gostava era de passar o tempo com a vovó. Enquanto a vovó tricotava, a gatinha ficava sentadinha ao lado, observando com muita atenção o fio de lã que ia virando cachecóis, meias e outras coisas bonitas.

Pinta morria de vontade de brincar com aquele novelo de lã! Ficava só esperando, com os olhinhos brilhando, que a vovó deixasse o novelo cair no chão. E, quando finalmente caía, era uma festa! Pinta corria atrás dele com todas as forças, rolava, dava piruetas e se divertia à beça.

Apesar de já ser uma gatinha, Pinta ainda não tinha pegado nenhum ratinho. É que ela era pequenina e sem experiência para isso. Mas não se preocupava nem um pouco. Sabia que, com o tempo, ia crescer e aprender tudo o que uma gata precisa saber. Por enquanto, estava contente assim: brincando com a lã e aproveitando cada momentinho ao lado da sua querida vovó.

Moral da História

Cada coisa acontece no seu tempo, e não há pressa para crescer. O importante é aproveitar com alegria cada fase da vida e cada momento ao lado de quem amamos. As pequenas felicidades do dia a dia são as mais valiosas.